Nova Rede Portuguesa Saber Fazer reforça territórios, comunidades e conhecimento nas artes e ofícios tradicionais

Saber | Artes
  • Data

    13.10.26

Foi publicado, em Diário da República, o Regulamento que cria a Rede Portuguesa Saber Fazer, uma nova rede nacional de cooperação e articulação institucional e territorial no domínio das artes e ofícios tradicionais, através da articulação entre entidades públicas, entidades privadas e agentes culturais.

Coordenada pela DGARTES e integrada no Programa Nacional Saber Fazer Portugal, a Rede tem por objetivo a salvaguarda, valorização e promoção das artes e ofícios tradicionais, através da identificação, estudo e documentação das práticas artesanais existentes no território nacional. Visa, igualmente, fomentar a transmissão intergeracional de saberes, incentivar a investigação, a inovação e a partilha de conhecimentos, bem como reforçar a cooperação e o diálogo entre entidades e territórios. Paralelamente, promove a articulação entre estratégias nacionais e regionais, a valorização das especificidades territoriais e dos recursos locais numa perspetiva sustentável, e o desenvolvimento de redes de cooperação e intercâmbio de conhecimento à escala internacional.

Podem integrar a Rede artesãs/os e unidades produtivas artesanais, municípios e entidades intermunicipais, associações e cooperativas do setor, instituições de ensino, museus, centros culturais e centros de produção artesanal, bem como outras pessoas singulares ou coletivas, cuja atividade se relacione diretamente com as artes e ofícios tradicionais.

O pedido de adesão à Rede é feito através de formulário próprio da DGARTES, devendo as entidades ou pessoas candidatas preencher requisitos que comprovem natureza efetiva da atividade desenvolvida, do respetivo enquadramento técnico e cultural e da sua relação material com práticas tradicionais.

A criação da Rede Portuguesa Saber Fazer dá continuidade ao investimento realizado no Programa Saber Fazer com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e consolida o programa como política pública permanente através da Direção-Geral das Artes, com enquadramento institucional, instrumentos próprios de financiamento e capacidade de crescimento.

Saiba mais, aqui.

Consulte o diploma, aqui.

Fonte: DGARTES

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